Dá quase pra ver a sua janela
que passa debaixo no morro vazio
de verde.
Um prédio de fachada amarela
não tem porque esconder-se, esguio.
Queria ver-te.
Brisa de vapor de vento
voando no teu sopro
no susto suprimido
Sentado, te imagino de pé, lendo
tatibitateando com seus poros
a fumaça de um sustenido
Cirurgicamente contornado
pelo por-do-sol reluzente
o seu rosto se desabotoa
Estou a te ver de lado
com essa nota de sol poente
que a distância não perdoa
poesia boa é que pega nossa alma e nosso corpo
ResponderExcluire torce, até sair gosma!!!
GOSMEI!!!
aaaaaaaaaaaaaaan.. que lindo
ResponderExcluir(aquela mais cheia de coisinha, como diz o breno)
realmente, também gosmei
obs: tenho um presente pra você!
nota de sol poente, lá longe! soa muito bem!
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ResponderExcluirixi! seu blog é doidu! apago u otru! o fui eu?
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